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Coluna Diane Ruteski: O futuro das profissões

Futuro do trabalho ou trabalho do futuro? Falar de futuro não é tão novidade assim, pois o futuro já chegou e é preciso encará-lo sem medo. Em pleno ano de 2020 é comum nos perguntarmos: quais profissões vão existir amanhã? E esta é uma pergunta difícil de ser respondida se pensarmos que há anos atrás não existiam Youtubers, motoristas de uber, operadores de drones…

 

 

Como se preparar para este mundo que ainda não sabemos como vai ser? É curioso pensarmos que as crianças que estão no ensino fundamental hoje, ainda não sabem em que profissão vão trabalhar e que escolher uma carreira no término do ensino médio pode não ser a maior responsabilidade que eles terão.

 

 

As pessoas não mais escolhem uma única profissão para passar o resto da vida. É preciso desconstruir essa ideia, pois temos hoje algo mágico: a tecnologia, e as mudanças estão cada vez mais aceleradas. Novas profissões surgem a todo momento.

 

 

Estamos prestes a uma grande ruptura tecnológica. Fora do Brasil já temos escolas sem professores, audiências sem advogados, prescrições médicas sem a consulta de um médico presencial, entre tantas outras coisas.

 

 

 

Obviamente algumas profissões não vão acabar nunca, mas outras sim, daí a importância de não parar no tempo, é preciso mudar a forma de pensar, não se pode ter a mentalidade de dez anos atrás.

 

 

 

O profissional do futuro deverá aprender para sempre, ou seja, diante desta nova economia, aquela história que você vai estudar até seus vinte e poucos anos já era, o profissional do futuro deverá ter até cinco carreiras ao longo da vida, isso se elas não acontecerem ao mesmo tempo.

 

 

 

Especialistas dizem que o analfabeto do futuro não será mais aquele que não saber ler e escrever, e sim aquele que não souber a aprender, desaprender e reaprender constantemente. Além disso, as habilidades comportamentais serão as mais importantes para o profissional do futuro e não habilidades técnicas, ele deverá saber como pensar e não o que pensar.

 

 

 

Lidar com a gestão emocional será também um dos grandes desafios do profissional. Mais importante que competir é, por exemplo, trabalhar o espirito da colaboração.

 

 

 

Outra dica importante é entender como as mudanças ocorrem e conhecer o contexto atual. O profissional do futuro deve ter uma visão estratégica, é preciso descobrir como você pode ser diferente.

 

 

 

O trabalho formal vai perder espaço para o trabalho informal, e o profissional autônomo já vem ganhando cada vez mais espaço no mercado de trabalho.

 

 

 

Lembre-se que é preciso ter intimidade com a tecnologia, isso já não é mais um diferencial a se colocar no currículo, e sim o básico necessário para trabalhar em qualquer área. A maioria das empresas já pedem como requisito mínimo obrigatório o ensino médio completo, por isso, lhes digo que o profissional que não estuda, não se atualiza, não troca ideias com outros profissionais, infelizmente será descartado e terá dificuldades para se colocar no mercado de trabalho.

 

 

 

O avanço da tecnologia trouxe mais responsabilidades para os profissionais.  Garra e disciplina são os pilares do perfil do profissional do futuro, aquele que não para de aprender nunca, então não esqueça que a sua carreira será cada vez menos previsível e ficar acomodado não irá lhe transformar no tão procurado profissional do futuro.

 

Imagem de capa: https://www.youtube.com/watch?v=zFROAaRmVBk acesso em 09 de fevereiro de 2020.

 

Diane Ruteski é graduada em Administração de Empresas, especialista em Gestão da Excelência nos Negócios das Organizações, especializada em Tecnologias para Educação Profissional, pós-graduanda em Educação e Diversidade, pós-graduanda em Gestão e Supervisão Escolar e graduanda em Pedagogia.

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