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Lendas e contos: Alienígenas em Três Barras nos Anos 90

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Este caso aconteceu no decorrer dos anos noventa, nos arredores do centro de Três Barras, numa área campestre mais conhecida como “Campo do Olaria” ou “Barreiro”. O rio estava cheio e algumas partes dos banhados, alagados. Era um bom momento para pescar.

 

 

Tito e Caio, dois amigos que trabalhavam numa fábrica de papel, resolveram ir dormir no rio, como costuma-se se dizer no popular. Levaram barraca e foram armar as redes, imaginando o quanto de peixe conseguiriam pegar.

 

 

A noite estava calma e até estrelas haviam no céu. Muitas estrelas…

 

Foi durante a madrugada, que os dois amigos acordaram assustados com um barulho muito alto, seguido de galhos que vinham sendo quebrados. Parecia que o ruído misterioso vinha na direção em que se encontravam. Pegaram rapidamente suas bicicletas e se evadiram do local, deixando barraca, redes e até espingarda.

 

 

Em casa, relatando para suas esposas, ambos imaginavam que um pequeno avião ou helicóptero havia se espatifado no local.

 

No outro dia, por volta das dez horas da manhã, os dois amigos retornaram ao local, mas acompanhados de alguns policiais. Acompanhados da polícia, vasculharam em todos os cantos e nada de estranho encontraram. Conta-se que um dos policiais até brincou dizendo:

 

 

– Não quero dizer nada, mas acho que vocês tomaram pinga demais.

 

 

Antes de deixarem o local, um dos policiais sugeriu que fossem até as margens do rio negro. Pois o barulho poderia ter vindo de algum barco a motor ou de uma lancha.

 

 

Chegando às margens do rio, tiveram então uma grande surpresa: havia uma fila de árvores em pé, dentro do rio, atravessando do lado catarinense até a outra margem, no Paraná.

 

 

Boquiabertos, ficaram imaginando de onde teriam vindo aquelas árvores ou quem as teria plantado dentro do rio?

 

Costearam as margens de um pequeno afluente, onde encontraram depois uma cratera enorme numa das margens. A hipótese foi de que o barranco minado pela água, soltou um enorme pedaço de terra com as árvores que foram descendo até desembocar no rio negro.

 

 

O curioso é que as árvores ficaram todas em pé e numa fila bem retinha. Para alegria dos curiosos, lá permaneceram ao longo de um mês ou mais. Há quem diga que foi obra de extra-terrestres.Eu é que te pergunto: você acredita?

 

 

(Ramos de Oliveira)

Equipe Gazeta
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